A música como refúgio e o silêncio como companheiro.

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Dor insana

A noite e o dia são apenas solidão.
Soluços, choros e lamentos.
E a alma, dilacerada nas sombras, vaga ao vento.

Os gritos sufocados e contorcidos
Rasgam um coração perdido.
Insana, dor insana.
Lembrança crua
Que não se conforma
E que não tem alívio.

Vida muda... vaga.
Destino indigesto,
Sem máscaras, sem gestos.
Insana, dor insana
E solta no ar.